Foi retomada no início da manhã desta quinta-feira (17/02) a busca por 35 pessoas que estariam desaparecidas após um temporal em Petrópolis, no Rio de Janeiro, que matou 104 pessoas. Mais de 300 pessoas estão desabrigadas na cidade, e vários pontos do centro estão bloqueados e as aulas da rede pública foram suspensas.
Muitas pessoas perderam familiares, amigos e vizinhos. O servidor público Maicon Campos, conta que precisou sair de casa justamente no momento em que sua residência, que fica no Morro da Oficina, foi soterrada. “Tive um livramento de Deus. Eu fui buscar meu filho na creche no Centro de Petrópolis. A casa foi atingida, mas não tinha ninguém nela. É um choque. É difícil ver o que aconteceu com os vizinhos. A gente vê que a vida é um sopro”.
Já o motorista Vágner Almeida está com uma tia e duas primas desaparecidas. Elas também moram no Morro da Oficina, que foi o local que mais teve vítimas do temporal. “Quem tem fé sabe que só Deus mesmo para ter piedade pela alma. Só ele mesmo para salvar. A gente fica nessa ansiedade para encontrar, e depois ver o que fazer”.
Dezenas de moradores da cidade estão ajudando aos outros em necessidades emergenciais. É o caso da empresária Denise Lobo Viana. Ela conta que não aguentou ficar parada vendo as pessoas nas ruas precisando de ajuda. “Estamos recebendo muita ajuda. O brasileiro tem isso, ele quer ajudar. Enchemos o carro, fomos para a rua. Vimos cenas chocante. Pessoas desesperando por água e comida”.
Muitas pessoas perderam familiares, amigos e vizinhos. O servidor público Maicon Campos, conta que precisou sair de casa justamente no momento em que sua residência, que fica no Morro da Oficina, foi soterrada. “Tive um livramento de Deus. Eu fui buscar meu filho na creche no Centro de Petrópolis. A casa foi atingida, mas não tinha ninguém nela. É um choque. É difícil ver o que aconteceu com os vizinhos. A gente vê que a vida é um sopro”.
Já o motorista Vágner Almeida está com uma tia e duas primas desaparecidas. Elas também moram no Morro da Oficina, que foi o local que mais teve vítimas do temporal. “Quem tem fé sabe que só Deus mesmo para ter piedade pela alma. Só ele mesmo para salvar. A gente fica nessa ansiedade para encontrar, e depois ver o que fazer”.
Dezenas de moradores da cidade estão ajudando aos outros em necessidades emergenciais. É o caso da empresária Denise Lobo Viana. Ela conta que não aguentou ficar parada vendo as pessoas nas ruas precisando de ajuda. “Estamos recebendo muita ajuda. O brasileiro tem isso, ele quer ajudar. Enchemos o carro, fomos para a rua. Vimos cenas chocante. Pessoas desesperando por água e comida”.







