8 DE JANEIRO | A defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres pediu à Polícia Federal o adiamento do depoimento dele, previsto para esta segunda-feira (24/04), no inquérito que apura as ações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante as eleições de 2022.
A Polícia Federal ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o pedido dos advogados do ex-ministro da Justiça.
O depoimento foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na última quinta-feira (20/04), depois de um pedido da PF.
Torres está preso desde 14 de janeiro por suposta omissão nos atos extremistas de janeiro. Ele era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal à época.
Recentemente, o Ministério Público Federal defendeu que ele seja posto em liberdade e cumpra medidas cautelares. O ministro Alexandre de Moraes, no entanto, negou recurso da defesa e manteve o ex-ministro preso.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o pedido dos advogados do ex-ministro da Justiça.
O depoimento foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na última quinta-feira (20/04), depois de um pedido da PF.
Torres está preso desde 14 de janeiro por suposta omissão nos atos extremistas de janeiro. Ele era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal à época.
Recentemente, o Ministério Público Federal defendeu que ele seja posto em liberdade e cumpra medidas cautelares. O ministro Alexandre de Moraes, no entanto, negou recurso da defesa e manteve o ex-ministro preso.
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