A Rússia realizou um novo ataque à capital da Ucrânia, Kiev, com drones kamikazes nesta segunda-feira, (19/12), momentos antes do presidente russo, Vladimir Putin, se encontrar com o aliado de Belarus, Alexander Lukashenko, em Minsk, e após ter anunciado a realização de exercícios conjuntos com a Marinha chinesa – treinamentos vão ser realizados nesta semana.
Os ataques a capital, danificaram ainda mais as infraestruturas ucranianas que já estão em estado crítico devido a bombardeios anteriores. “Durante o alerta aéreo registramos 23 VANT (veículo aéreo não tripulado) inimigos no céu da capital. A defesa aérea destruiu 18 drones”, anunciou o comando militar de Kiev nas redes sociais. As forças russas utilizam munições de bombardeio conhecidas como “Shahed”, com as quais atingiram a capital ucraniana nas últimas semanas, acrescentou. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, confirmou explosões nos distritos de Solomiansky e Shevchenkivskyi da capital e que várias infraestruturas críticas foram “danificadas”.
Após o ataque, a operadora ucraniana de energia DTEK anunciou apagões de emergência. “Durante toda a noite, drones inimigos tentaram atacar instalações de energia, o que provocou uma situação difícil para o sistema (…) e cortes de emergência em Kiev” e outras 10 regiões do país, afirmou a operadora Ukrenergo.
Os ataques a capital se intensificaram a partir de outubro, depois que Moscou sofreu uma série de reveses militares. Desde então, a Rússia optou por bombardear em larga escala as centrais e infraestruturas de energia elétrica do país, o que deixou milhões de ucranianos sem luz e água às vésperas do inverno (hemisfério norte). As autoridades ucranianas temem uma nova ofensiva nos primeiros meses de 2023. Durante seu discurso diário, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky insistiu que “a proteção da fronteira com Rússia e Belarus é uma prioridade constante. Nos preparamos para todos os cenários possíveis”.
foto: kremlin.ru
Os ataques a capital, danificaram ainda mais as infraestruturas ucranianas que já estão em estado crítico devido a bombardeios anteriores. “Durante o alerta aéreo registramos 23 VANT (veículo aéreo não tripulado) inimigos no céu da capital. A defesa aérea destruiu 18 drones”, anunciou o comando militar de Kiev nas redes sociais. As forças russas utilizam munições de bombardeio conhecidas como “Shahed”, com as quais atingiram a capital ucraniana nas últimas semanas, acrescentou. O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, confirmou explosões nos distritos de Solomiansky e Shevchenkivskyi da capital e que várias infraestruturas críticas foram “danificadas”.
Após o ataque, a operadora ucraniana de energia DTEK anunciou apagões de emergência. “Durante toda a noite, drones inimigos tentaram atacar instalações de energia, o que provocou uma situação difícil para o sistema (…) e cortes de emergência em Kiev” e outras 10 regiões do país, afirmou a operadora Ukrenergo.
Os ataques a capital se intensificaram a partir de outubro, depois que Moscou sofreu uma série de reveses militares. Desde então, a Rússia optou por bombardear em larga escala as centrais e infraestruturas de energia elétrica do país, o que deixou milhões de ucranianos sem luz e água às vésperas do inverno (hemisfério norte). As autoridades ucranianas temem uma nova ofensiva nos primeiros meses de 2023. Durante seu discurso diário, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky insistiu que “a proteção da fronteira com Rússia e Belarus é uma prioridade constante. Nos preparamos para todos os cenários possíveis”.
foto: kremlin.ru







