AEROPORTO | Local foi desativado no início de abril e cinco aviões ainda devem deixar terreno; veja o que prevê o projeto
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) já definiu o que pretende construir na área do aeroporto Carlos Prates, no bairro Padre Eustáquio - em processo de desativação desde o começo de abril. O próximo passo é apresentar o pré-projeto ao governo Lula para a aprovação e a transferência definitiva da posse do terreno para o município.
O Executivo quer utilizar a área de 547 mil metros quadrados para construir cerca de 2 mil moradias, uma escola municipal de educação infantil (Emei), uma escola municipal de ensino fundamental (Emef), um centro de saúde, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), parques, praças, ciclovias, centro esportivo com quadras e campos, espaços para comércio, além da preservação do parque já instalado no local.
“É uma área que está sendo bem pensada para ser um bairro de ponta”, afirma Lidia Vasconcellos, assessora especial que cuida do projeto na prefeitura.
Segundo a assessora, além de audiências públicas na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foram feitas reuniões para ouvir as demandas da população.
A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) já definiu o que pretende construir na área do aeroporto Carlos Prates, no bairro Padre Eustáquio - em processo de desativação desde o começo de abril. O próximo passo é apresentar o pré-projeto ao governo Lula para a aprovação e a transferência definitiva da posse do terreno para o município.
O Executivo quer utilizar a área de 547 mil metros quadrados para construir cerca de 2 mil moradias, uma escola municipal de educação infantil (Emei), uma escola municipal de ensino fundamental (Emef), um centro de saúde, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), parques, praças, ciclovias, centro esportivo com quadras e campos, espaços para comércio, além da preservação do parque já instalado no local.
“É uma área que está sendo bem pensada para ser um bairro de ponta”, afirma Lidia Vasconcellos, assessora especial que cuida do projeto na prefeitura.
Segundo a assessora, além de audiências públicas na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, foram feitas reuniões para ouvir as demandas da população.







