A médica oncologista Nise Yamaguchi divulgou uma carta aberta neste domingo justificando a sua decisão de processar os senadores Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da Covid, e Otto Alencar (PSD-BA) por danos morais.
Na carta, ela afirma ter sido desrespeitada e humilhada quando prestou depoimento na comissão no início do mês.
A médica pede indenização de R$ 160 mil para cada um dos senadores por um “verdadeiro massacre moral” durante seu depoimento, de acordo com a ação.
Na carta, Yamaguchi relata que sofreu por conta de comportamentos misóginos por parte dos senadores e que nunca imaginou passar por essa situação.
“Por diversas vezes, tive minhas falas e raciocínios interrompidos. Ignoraram meus argumentos e atribuíram a mim palavras que não pronunciei. Não foi por falta de conhecimento que deixei de reagir, mas, sim, por educação. Não iria alterar a minha essência para atender a nítidos interesses políticos”, diz a carta.
Yamaguchi é defensora do chamado tratamento precoce, com medicamentos de ineficácia comprovada contra a Covid-19, como a cloroquina. Em seu depoimento à CPI, ela reiterou a defesa desses remédios.
Um dos pontos que se destacaram no seu depoimento foi a discussão entre ela e o senador Otto Alencar, que também é médico.
O parlamentar rebateu a defesa do tratamento precoce e classificou as declarações de Yamaguchi como “levianas”. Alencar também questionou se a médica saberia a diferença entre um protozoário e um vírus e Nise tergiversou na resposta.
Na carta aberta, a médica relata que passou a sofrer agressões nas redes sociais após seu depoimento.
“A partir daquele momento, passei a ser extremamente vilipendiada nas redes sociais com agressões em tons ameaçadores, o que é muito preocupante para um estado democrático", afirmou.
Segundo Nise, a ação é uma forma de restaurar sua integridade. Na carta, ela ainda afirma que os ganhos serão revertidos para hospitais que tratem de crianças com câncer.
Na carta, ela afirma ter sido desrespeitada e humilhada quando prestou depoimento na comissão no início do mês.
A médica pede indenização de R$ 160 mil para cada um dos senadores por um “verdadeiro massacre moral” durante seu depoimento, de acordo com a ação.
Na carta, Yamaguchi relata que sofreu por conta de comportamentos misóginos por parte dos senadores e que nunca imaginou passar por essa situação.
“Por diversas vezes, tive minhas falas e raciocínios interrompidos. Ignoraram meus argumentos e atribuíram a mim palavras que não pronunciei. Não foi por falta de conhecimento que deixei de reagir, mas, sim, por educação. Não iria alterar a minha essência para atender a nítidos interesses políticos”, diz a carta.
Yamaguchi é defensora do chamado tratamento precoce, com medicamentos de ineficácia comprovada contra a Covid-19, como a cloroquina. Em seu depoimento à CPI, ela reiterou a defesa desses remédios.
Um dos pontos que se destacaram no seu depoimento foi a discussão entre ela e o senador Otto Alencar, que também é médico.
O parlamentar rebateu a defesa do tratamento precoce e classificou as declarações de Yamaguchi como “levianas”. Alencar também questionou se a médica saberia a diferença entre um protozoário e um vírus e Nise tergiversou na resposta.
Na carta aberta, a médica relata que passou a sofrer agressões nas redes sociais após seu depoimento.
“A partir daquele momento, passei a ser extremamente vilipendiada nas redes sociais com agressões em tons ameaçadores, o que é muito preocupante para um estado democrático", afirmou.
Segundo Nise, a ação é uma forma de restaurar sua integridade. Na carta, ela ainda afirma que os ganhos serão revertidos para hospitais que tratem de crianças com câncer.







