A Nasa capturou as primeiras imagens da superfície de Vênus em luz visível a partir do espaço. Normalmente, o planeta é encoberto por uma espessa camada de nuvens.
As imagens inéditas permitiram montar um modelo da superfície venusiana.
Pela primeira vez, foi possível ver imagens claras e escuras distintas e os cientistas compararam essas imagens com mapas topográficos, criados com radar, para ver como as temperaturas mudam com a altitude.
Considerando que as áreas claras são mais quentes e as mais escuras, mais frias, e que elevações mais altas tendem a ser mais frias, e terras mais baixas, mais quentes, eles criaram um modelo que permitiu avaliar o relevo de Vênus.
No resultado foi possível observar, por exemplo, a localização de Aphrodite Terra, a maior região de planalto em Vênus, entre outras variações de calor.
Segundo os cientistas, entender a composição da superfície poderia ensinar sobre a evolução do planeta, atualmente inabitável, com temperaturas extremas, nuvens tóxicas e uma atmosfera esmagadora, mas que pode ter tido um passado diferente.
As outras únicas outras imagens claras da superfície de Vênus foram obtidas pelo programa Venera, da União Soviética, quando um veículo espacial pousou no planeta.
Desde então, Vênus era estudado apenas com instrumentos de infravermelho e radar que conseguem examinar através de sua densa atmosfera.
As imagens inéditas permitiram montar um modelo da superfície venusiana.
Pela primeira vez, foi possível ver imagens claras e escuras distintas e os cientistas compararam essas imagens com mapas topográficos, criados com radar, para ver como as temperaturas mudam com a altitude.
Considerando que as áreas claras são mais quentes e as mais escuras, mais frias, e que elevações mais altas tendem a ser mais frias, e terras mais baixas, mais quentes, eles criaram um modelo que permitiu avaliar o relevo de Vênus.
No resultado foi possível observar, por exemplo, a localização de Aphrodite Terra, a maior região de planalto em Vênus, entre outras variações de calor.
Segundo os cientistas, entender a composição da superfície poderia ensinar sobre a evolução do planeta, atualmente inabitável, com temperaturas extremas, nuvens tóxicas e uma atmosfera esmagadora, mas que pode ter tido um passado diferente.
As outras únicas outras imagens claras da superfície de Vênus foram obtidas pelo programa Venera, da União Soviética, quando um veículo espacial pousou no planeta.
Desde então, Vênus era estudado apenas com instrumentos de infravermelho e radar que conseguem examinar através de sua densa atmosfera.







