FORA DO AR ???? | Com sistemas bloqueados por hackers desde sábado (8), a RecordTV vive um impasse: pagar um resgate milionário (estima-se que de R$ 45 milhões) para tentar reaver o acesso a documentos confidenciais e softwares usados para produzir seus jornais, ou admitir que o material foi perdido e praticamente começar uma nova tv "do zero". Ainda que o resgate seja pago, não há garantia de que o conteúdo seja devolvido e que não seja vazado por hackers.
Ainda sem saber a origem do ataque ransomware (que bloqueia arquivos e solicita pagamento para a liberação), a Record TV tem tido o apoio da polícia e de especialistas em segurança para solucionar a invasão. A emissora não comenta oficialmente a situação.
Parte do acervo da companhia — em um local específico dos servidores — foi bloqueado pelos cibercriminosos, que supostamente usaram o vírus BlackCat, um ransomware as a service (RaaS): uma espécie de serviço comprado pelos cibercriminosos para a realização do ataque.
O pagamento do resgate nesses casos não é recomendado por especialistas de segurança. Além de incentivar esse tipo de ação, em alguns casos nem os cibercriminosos conseguem desbloquear os arquivos, uma vez que alguns ransomwares utilizam criptografias complexas.
Sem os sistemas, a RecordTV tem colocado a programação no ar contando com mais entradas ao vivo que o normal, matérias antigas e novas reportagens editadas praticamente 'na mão', com métodos que foram abandonados após a digitalização de todo o conteúdo.
Ainda sem saber a origem do ataque ransomware (que bloqueia arquivos e solicita pagamento para a liberação), a Record TV tem tido o apoio da polícia e de especialistas em segurança para solucionar a invasão. A emissora não comenta oficialmente a situação.
Parte do acervo da companhia — em um local específico dos servidores — foi bloqueado pelos cibercriminosos, que supostamente usaram o vírus BlackCat, um ransomware as a service (RaaS): uma espécie de serviço comprado pelos cibercriminosos para a realização do ataque.
O pagamento do resgate nesses casos não é recomendado por especialistas de segurança. Além de incentivar esse tipo de ação, em alguns casos nem os cibercriminosos conseguem desbloquear os arquivos, uma vez que alguns ransomwares utilizam criptografias complexas.
Sem os sistemas, a RecordTV tem colocado a programação no ar contando com mais entradas ao vivo que o normal, matérias antigas e novas reportagens editadas praticamente 'na mão', com métodos que foram abandonados após a digitalização de todo o conteúdo.







