Traficantes de pessoas publicam anúncios na rede social para atrair clandestinos que pretendem atravessar ilegalmente a fronteira entre o México e os Estados Unidos. O "pacote" custa em média US$ 7 mil.
Os anúncios publicados pelos coiotes no aplicativo mostram um grupo de pessoas com roupas camufladas, que avançam no meio da noite entre os arbustos de uma região árida, situada na fronteira entre os dois países. O local se parece com as paisagens do deserto de Sonora, no noroeste do México.
Em um outro perfil, a propaganda propõe a travessia pelo Estado de Tamaulipas, mostrando uma foto de crianças a bordo de um bote inflável. "Também realizamos travessias com crianças e famílias", especifica o texto. Segundo a agência AFP, que investigou a prática, há centenas de perfis parecidos que propõem viagens saindo da Guatemala, Colômbia e Equador.
A luta contra as atividades do crime organizado no TikTok é um desafio para as autoridades americanas. O CEO da empresa, Shou Zi Chew será sabatinado nesta quinta-feira (23/03) por parlamentares da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos sobre essa e outras questões. O governo americano apoia o projeto de lei, conhecido como "Restrict Act", que pode autorizar o presidente Joe Biden a tomar decisões que visem proteger o país de ameaças tecnológicas. Entre elas, a proibição de aplicativos como TikTok.
Os anúncios publicados pelos coiotes no aplicativo mostram um grupo de pessoas com roupas camufladas, que avançam no meio da noite entre os arbustos de uma região árida, situada na fronteira entre os dois países. O local se parece com as paisagens do deserto de Sonora, no noroeste do México.
Em um outro perfil, a propaganda propõe a travessia pelo Estado de Tamaulipas, mostrando uma foto de crianças a bordo de um bote inflável. "Também realizamos travessias com crianças e famílias", especifica o texto. Segundo a agência AFP, que investigou a prática, há centenas de perfis parecidos que propõem viagens saindo da Guatemala, Colômbia e Equador.
A luta contra as atividades do crime organizado no TikTok é um desafio para as autoridades americanas. O CEO da empresa, Shou Zi Chew será sabatinado nesta quinta-feira (23/03) por parlamentares da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos sobre essa e outras questões. O governo americano apoia o projeto de lei, conhecido como "Restrict Act", que pode autorizar o presidente Joe Biden a tomar decisões que visem proteger o país de ameaças tecnológicas. Entre elas, a proibição de aplicativos como TikTok.







