O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes afirmou em entrevista que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pratica “estelionato eleitoral” ao prometer que o País pode “voltar a um tempo de picanha e cerveja”. Segundo ele, a conjuntura econômica do País mudou desde 2003 – primeiro ano dos governos petistas.
“Crescer no Brasil, agora, é um efeito colateral se possível, e é impossível. Os números são concretos. Fica o Lula acenando com um grande estelionato eleitoral, que vai voltar um tempo místico de picanha e cerveja. Isso é uma grande mentira", disse Ciro durante entrevista à jornalista Renata Lo Prete, apresentadora do podcast O Assunto. “O Lula está muito longe de entender que o Brasil é outro."
Na entrevista, Ciro classificou como “truque eleitoreiro criminoso” a Proposta de Emenda Constitucional que propõe a redução de preços dos combustíveis no País. "O governo Bolsonaro está propondo tirar dinheiro da saúde e da educação, que é basicamente provida pelos Estados e municípios, para financiar o lucro exorbitante e selvagem do acionista minoritário (da Petrobras). Essa é a grande canalhice. E não é para resolver o problema, é para atravessar o período eleitoral até dezembro.”
Foto: Agência Brasil/Reprodução
“Crescer no Brasil, agora, é um efeito colateral se possível, e é impossível. Os números são concretos. Fica o Lula acenando com um grande estelionato eleitoral, que vai voltar um tempo místico de picanha e cerveja. Isso é uma grande mentira", disse Ciro durante entrevista à jornalista Renata Lo Prete, apresentadora do podcast O Assunto. “O Lula está muito longe de entender que o Brasil é outro."
Na entrevista, Ciro classificou como “truque eleitoreiro criminoso” a Proposta de Emenda Constitucional que propõe a redução de preços dos combustíveis no País. "O governo Bolsonaro está propondo tirar dinheiro da saúde e da educação, que é basicamente provida pelos Estados e municípios, para financiar o lucro exorbitante e selvagem do acionista minoritário (da Petrobras). Essa é a grande canalhice. E não é para resolver o problema, é para atravessar o período eleitoral até dezembro.”
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