SAÚDE | Essa é uma das conclusões de uma pesquisa de mestrado realizada na Faculdade de Medicina da UFMG e publicada recentemente na revista científica Preventing Chronic Disease, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
O acúmulo de comportamentos de risco relacionados ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) é 21% maior entre adultos jovens, de 18 a 34 anos, do que entre idosos.
Essa é uma das conclusões de uma pesquisa de mestrado realizada na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e publicada recentemente na revista científica Preventing Chronic Disease, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).O estudo também concluiu que o acúmulo de fatores de risco é 11% maior entre homens do que entre mulheres. Além disso, é 15% maior entre pessoas com até oito anos de escolaridade do que no grupo com 12 anos ou mais de estudo.
"Na população como um todo existe essa coexistência de comportamentos de risco, cerca de 40% dos indivíduos apresentam dois ou mais comportamentos de risco. Mas a aglomeração de fatores de risco está mais presente em jovens, em pessoas do sexo masculino e com menos escolaridade", afirmou a nutricionista e doutoranda em saúde pública Thaís Caldeira, responsável pela pesquisa.







