Conhecido como Sérgio Bomba, o homem era apontado como chefe da milícia de Sepetiba e chegou a ser preso em 2017. Sérgio estava com a namorada em um quiosque próximo ao Posto 12 às 20h49. Ele estava sentado com a mulher, que mostrava algo a ele no celular. Assim que ela termina de mostrar, um homem de camisa clara, bermuda jeans e boné preto se aproxima com uma pistola na mão.
A ação toda durou menos de 20 segundos. O homem chega rapidamente e faz diversos disparos à queima roupa. Sérgio morreu na hora. Os segundos seguintes mostram a namorada dele em desespero, tentando ligar para o socorro. Apontado como chefe da milícia em Sepetiba
Em 2017, Sérgio Bomba foi preso na Operação Horus. Segundo as investigações, a milícia que ele comandava cobrava taxas de moradores e de comerciantes, grilava terras e clonava veículos roubados. Testemunhas relataram ainda que Sérgio escapou de um atentado no sábado (20). O Grupo de Atuação Especializada e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público investiga a participação de Sérgio na milícia de Sepetiba.
Fonte: g1 Rio







