Por Alan Martuchelle e Ângela Almeida, da 98 em Teófilo Otoni
Um cachorro morreu ao ser arremessado por um ajudante de pedreiro do terceiro andar de uma obra. O caso aconteceu no bairro Matinha, em Teófilo Otoni, na manhã dessa segunda-feira (04/07).
O proprietário da obra solicitou ao ajudante que agilizasse uma doação dos animais que permaneciam em torno da obra. O auxiliar de construção civil pegou o animal e o arremessou a uma altura de aproximadamente 10 metros.
Gilmar Sebastião, militar da reserva e proprietário da obra, disse emocionado à repórter Ângela Almeida que não acreditou na ação do jovem. “Ele apanhou um dos cachorros e falou que ia jogar de cima da laje, que ia matar o cachorro, eu não acreditei, né. Seria até impossível um ser humano fazer uma coisa dessa, sem mais, sem menos”, relatou.
Por ser militar da reserva, Gilmar deu voz de prisão imediata e acionou a Polícia Militar. “Os animais são irracionais. Mas, numa atitude dessa o ser humano ele se torna mais irracional que o próprio animal. Ele (o autor) vai pagar pelo que fez com esse cachorro”, afirmou Gilmar.
O Tenente Awderclaner, da Polícia Militar do Meio Ambiente informou que a ação do autor é um crime de maus tratos. O autor foi preso em flagrante e deverá pagar uma multa em torno de 5 mil reais. A pena é entre 2 a 5 anos.
Um cachorro morreu ao ser arremessado por um ajudante de pedreiro do terceiro andar de uma obra. O caso aconteceu no bairro Matinha, em Teófilo Otoni, na manhã dessa segunda-feira (04/07).
O proprietário da obra solicitou ao ajudante que agilizasse uma doação dos animais que permaneciam em torno da obra. O auxiliar de construção civil pegou o animal e o arremessou a uma altura de aproximadamente 10 metros.
Gilmar Sebastião, militar da reserva e proprietário da obra, disse emocionado à repórter Ângela Almeida que não acreditou na ação do jovem. “Ele apanhou um dos cachorros e falou que ia jogar de cima da laje, que ia matar o cachorro, eu não acreditei, né. Seria até impossível um ser humano fazer uma coisa dessa, sem mais, sem menos”, relatou.
Por ser militar da reserva, Gilmar deu voz de prisão imediata e acionou a Polícia Militar. “Os animais são irracionais. Mas, numa atitude dessa o ser humano ele se torna mais irracional que o próprio animal. Ele (o autor) vai pagar pelo que fez com esse cachorro”, afirmou Gilmar.
O Tenente Awderclaner, da Polícia Militar do Meio Ambiente informou que a ação do autor é um crime de maus tratos. O autor foi preso em flagrante e deverá pagar uma multa em torno de 5 mil reais. A pena é entre 2 a 5 anos.







