Por Alan Martuchelle, da 98 em Teófilo Otoni
O homem de 26 anos, responsável por jogar a própria filha de 57 dias da janela, em 28 de maio deste ano, participou de uma audiência no Fórum Desembargador Eustáquio Peixoto, na tarde de ontem (terça-feira, 30/08). A audiência ocorreu em segredo de justiça e o acusado não se pronunciou.
A defesa da mãe da criança disse em entrevista a uma rádio local, que aguarda se o autor do crime vá para o tribunal do júri. Ricardo Coimbra, advogado do acusado, disse que tentará excluir as qualificadoras (circunstâncias que revelam determinados motivos, interesses, meios ou modos de execução do crime) para diminuir a pena do réu.
A morte da bebê Isabel de Aguilar Loesch aconteceu no bairro Tabajaras em Teófilo Otoni.
Segundo a Polícia Militar, vizinhos contaram que os pais da criança discutiam quando a menina foi arremessada. Ela foi socorrida pelos moradores, mas morreu ao dar entrara na UPA da cidade.
A mãe da menina, uma mulher de 36 anos, disse aos policiais que não convive com pai da filha, e que ele vem à residência para ver a criança. Contou também que, no momento da discussão fazia um arroz doce, e quando foi verificar a panela no fogão, voltou e viu a menina caída na rua. O suspeito fugiu depois de cometer o crime.
Em junho, a Polícia Civil encerrou o inquérito que apurava o crime. Na época, a delegada de homicídios, Herika Riberiro Sena disse que a PC acredita que ele tinha intenção de matar a criança. “Nós concluímos pelo indiciamento do autor, no crime de feminicídio, juntamente com mais duas qualificadoras, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele está respondendo diante do indiciamento da Polícia Civil, o crime de homicídio com três qualificadoras. Porém, ainda considerando a medida protetiva enviada ao juiz após a representação da mãe da criança, ele também foi indiciado nos crimes de injúria e ameaça contra a mãe da criança. Acreditamos que existiu esse dolo antes do fato, pois no dia do crime, ele teve acesso não autorizado a residência, onde ficou por um tempo, ao ser questionado pela mãe da criança ele aproveitou um momento de distração da mãe, subiu na laje e cometeu o crime", disse a delegada.
O homem de 26 anos, responsável por jogar a própria filha de 57 dias da janela, em 28 de maio deste ano, participou de uma audiência no Fórum Desembargador Eustáquio Peixoto, na tarde de ontem (terça-feira, 30/08). A audiência ocorreu em segredo de justiça e o acusado não se pronunciou.
A defesa da mãe da criança disse em entrevista a uma rádio local, que aguarda se o autor do crime vá para o tribunal do júri. Ricardo Coimbra, advogado do acusado, disse que tentará excluir as qualificadoras (circunstâncias que revelam determinados motivos, interesses, meios ou modos de execução do crime) para diminuir a pena do réu.
A morte da bebê Isabel de Aguilar Loesch aconteceu no bairro Tabajaras em Teófilo Otoni.
Segundo a Polícia Militar, vizinhos contaram que os pais da criança discutiam quando a menina foi arremessada. Ela foi socorrida pelos moradores, mas morreu ao dar entrara na UPA da cidade.
A mãe da menina, uma mulher de 36 anos, disse aos policiais que não convive com pai da filha, e que ele vem à residência para ver a criança. Contou também que, no momento da discussão fazia um arroz doce, e quando foi verificar a panela no fogão, voltou e viu a menina caída na rua. O suspeito fugiu depois de cometer o crime.
Em junho, a Polícia Civil encerrou o inquérito que apurava o crime. Na época, a delegada de homicídios, Herika Riberiro Sena disse que a PC acredita que ele tinha intenção de matar a criança. “Nós concluímos pelo indiciamento do autor, no crime de feminicídio, juntamente com mais duas qualificadoras, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele está respondendo diante do indiciamento da Polícia Civil, o crime de homicídio com três qualificadoras. Porém, ainda considerando a medida protetiva enviada ao juiz após a representação da mãe da criança, ele também foi indiciado nos crimes de injúria e ameaça contra a mãe da criança. Acreditamos que existiu esse dolo antes do fato, pois no dia do crime, ele teve acesso não autorizado a residência, onde ficou por um tempo, ao ser questionado pela mãe da criança ele aproveitou um momento de distração da mãe, subiu na laje e cometeu o crime", disse a delegada.







