ASSÉDIO | Servidor trabalha na Escola Municipal Professora Maria Martins "Mariinha"; segundo a Secretaria de Educação, um processo administrativo foi aberto para investigar o caso
Um homem de 58 anos, suspeito de importunar sexualmente alunas da Escola Municipal Professora Maria Martins “Mariinha", em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi afastado pela segunda vez do cargo de bibliotecário após um novo caso de assédio. Em março deste ano, ele teria importunado sexualmente cinco estudantes da instituição. Agora, seis meses depois de ser retirado das atividades, ele voltou à escola e é suspeito de fazer outra vítima.
A mãe da estudante que teria sido assediada em agosto, após o retorno do bibliotecário para a escola, revela que a filha, de 15 anos, era perseguida pelo profissional dentro da instituição. "Ele ficava seguindo ela pela escola se insinuando, olhando as partes íntimas dela e fazendo gestos obscenos", contou.
De acordo com a mãe, a menina não teria contado de imediato o que estava acontecendo. O caso veio à tona somente depois que ela revelou o assédio para o namorado, de 15 anos. "Ela contou para o namoradinho que estava sendo assediada e ele foi tirar satisfação com o bibliotecário. Aí fiquei sabendo o que acontecia", disse a mãe.
A Polícia Militar foi chamada para conter a briga entre o adolescente e o suspeito. Segundo o Boletim de Ocorrência, o menino seria ex-aluno do colégio. Ele teria empurrado o servidor e foi contido por funcionários que estavam próximos. O adolescente teria ido embora da escola dizendo que voltaria para matar o bibliotecário.
Em depoimento à PM, o adolescente confessou a agressão e as ameaças e disse que só se "arrependia de ter não feito mais". A corporação informou que o adolescente cumpre medida socioeducativa por vandalismo em outra escola da região.
Servidor foi afastado pela primeira vez em março
Em março deste ano, alunas da Escola Municipal Maria Martins "Mariinha" denunciaram o bibliotecário por importunação sexual.
A mãe de uma das alunas denunciantes revela que o suspeito teria passado as partes íntimas na filha, de apenas 12 anos. "Ela contou que ele foi abraçar uma coleguinha dela e, nesse momento, passou as partes íntimas nela. Ela foi na diretoria contar o que aconteceu. Fui chamada para ir até lá e quando cheguei ela estava chorando muito"
Fonte: Itatiaia
Um homem de 58 anos, suspeito de importunar sexualmente alunas da Escola Municipal Professora Maria Martins “Mariinha", em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi afastado pela segunda vez do cargo de bibliotecário após um novo caso de assédio. Em março deste ano, ele teria importunado sexualmente cinco estudantes da instituição. Agora, seis meses depois de ser retirado das atividades, ele voltou à escola e é suspeito de fazer outra vítima.
A mãe da estudante que teria sido assediada em agosto, após o retorno do bibliotecário para a escola, revela que a filha, de 15 anos, era perseguida pelo profissional dentro da instituição. "Ele ficava seguindo ela pela escola se insinuando, olhando as partes íntimas dela e fazendo gestos obscenos", contou.
De acordo com a mãe, a menina não teria contado de imediato o que estava acontecendo. O caso veio à tona somente depois que ela revelou o assédio para o namorado, de 15 anos. "Ela contou para o namoradinho que estava sendo assediada e ele foi tirar satisfação com o bibliotecário. Aí fiquei sabendo o que acontecia", disse a mãe.
A Polícia Militar foi chamada para conter a briga entre o adolescente e o suspeito. Segundo o Boletim de Ocorrência, o menino seria ex-aluno do colégio. Ele teria empurrado o servidor e foi contido por funcionários que estavam próximos. O adolescente teria ido embora da escola dizendo que voltaria para matar o bibliotecário.
Em depoimento à PM, o adolescente confessou a agressão e as ameaças e disse que só se "arrependia de ter não feito mais". A corporação informou que o adolescente cumpre medida socioeducativa por vandalismo em outra escola da região.
Servidor foi afastado pela primeira vez em março
Em março deste ano, alunas da Escola Municipal Maria Martins "Mariinha" denunciaram o bibliotecário por importunação sexual.
A mãe de uma das alunas denunciantes revela que o suspeito teria passado as partes íntimas na filha, de apenas 12 anos. "Ela contou que ele foi abraçar uma coleguinha dela e, nesse momento, passou as partes íntimas nela. Ela foi na diretoria contar o que aconteceu. Fui chamada para ir até lá e quando cheguei ela estava chorando muito"
Fonte: Itatiaia







